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Sexta, 06 Abril 2018 14:02

A Europa no Mundo – Concretizando a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável – Mecanismo de Apoio Financeiro a Ações locais

 

O projeto “Europa no Mundo – Concretizando a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável” tem um prazo de execução de 3 anos e conta com o cofinanciamento da Comissão Europeia no âmbito da linha DEAR (Development Education and Awareness Raising Program). O projeto concretiza uma parceria entre 25 organizações da Sociedade Civil de 15 Estados membros da União Europeia (UE). Portugal está presente através da CPADA - Confederação Portuguesa das Organizações de Defesa do Ambiente e da Plataforma Portuguesa das ONGD.

Com este projeto pretende-se contribuir para uma implementação ambiciosa da Agenda 2030, atuando junto de diferentes públicos e procurando sensibilizar decisores políticos e todos os cidadãos e todas as cidadãs para a sua responsabilidade individual e coletiva na construção de um futuro verdadeiramente sustentável e que efetivamente “não deixe ninguém para trás!”.

O projeto foi construído segundo uma perspetiva holística, que interliga atividades e pretende atuar simultaneamente a nível global e local. Para reforçar esta dimensão local, o projeto prevê um mecanismo de apoio financeiro (sub-granting) a Organizações da Sociedade Civil (OSC) que atuem numa perspetiva regional e/ou local. Como o projeto tem a duração de 3 anos, este mecanismo de apoio financeiro será aberto uma vez por ano.

Encontram-se agora abertas as candidaturas do 1º ano para o sub-granting. Este mecanismo engloba dois lotes: o Lote 1, que será gerido a nível nacional pela Plataforma das ONGD e pela CPADA;  o Lote 2, será gerido diretamente em Bruxelas pela Comissão Executiva que coordena o projeto.

Download:

https://goo.gl/7S7uhF



Actualizado em Sexta, 06 Abril 2018 14:11
 
Projeto Europa no Mundo PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 03 Abril 2018 12:43

A EUROPA NO MUNDO

Concretizando a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro de 2015 e representa um novo compromisso de luta contra a pobreza e promoção de um modelo de desenvolvimento verdadeiramente sustentável e global.

Subscrita pelos 193 países membros da ONU, esta Agenda tem como lema “Transformar o nosso mundo, não deixar ninguém para trás!” e inclui 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 medidas, que devem ser concretizados em todos os países do mundo. Esta Universalidade de objetivos e a sua abrangência temática reflete uma abordagem mais coerente entre as 3 dimensões do Desenvolvimento Sustentável: Ambiental, Social e Económica. Torna também a sua concretização muito mais exigente e complexa, obrigando a uma efetiva união e interligação de vontades, compromissos e ações, que permita transformar o atual paradigma de Desenvolvimento e assegurar a sustentabilidade do nosso Planeta.

 

 

Conscientes do papel central que as Organizações da Sociedade Civil (OSC) tiveram, em todo o mundo, durante o processo de construção e aprovação da Agenda 2030 e assumindo de forma clara as suas responsabilidades para que os ODS sejam efetivamente implementados, um conjunto de 25 OSC de 15 estados membros da União Europeia (UE) construíram o projeto “A Europa no Mundo – Concretizando a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”.

Este projeto conta com o cofinanciamento da UE e tem como parceiros nacionais a Plataforma Portuguesa das ONGD (http://www.plataformaongd.pt/) e a CPADA - Confederação Portuguesa de Associações de Defesa do Ambiente (http://www.cpada.pt/pt/).

Até junho de 2020, este projeto permitirá promover uma implementação ambiciosa da Agenda 2030, quer pela UE quer pelos seus Estados membros, atuando junto de diferentes públicos e procurando sensibilizar decisores políticos e todos os cidadãos e todas as cidadãs para a sua responsabilidade individual e coletiva na construção de um futuro verdadeiramente sustentável e que efetivamente “não deixe ninguém para trás”!

Beneficiários / Públicos-alvo:


Organizações da Sociedade Civil locais, nacionais e europeias

Decisores políticos nacionais e europeus

Media, jornalistas e comunicadores

Cidadãos e cidadãs nacionais e europeus

 

Objetivos:


Geral: Promover uma implementação ambiciosa da Agenda 2030 pela e dentro da União Europeia, aumentando substancialmente a sensibilização dos cidadãos e cidadãs da UE, bem como dos seus decisores políticos, relativamente ao papel e responsabilidade individual e coletiva na construção de um futuro sustentável.


Objetivo Específico 1: Criação e Dinamização de uma Europeia da Sociedade Civil que contribua para a implementação dos ODS

Objetivo Específico 2: Criação de redes nacionais da Sociedade Civil que contribuam para a implementação local e global dos ODS

Objetivo específico 3: Promoção de Ações de Sensibilização sobre os ODS e a Agenda 2030, com diferentes tipos de atividades dirigidas a públicos alvo específicos (Decisores políticos, Opinião Publica em Geral, Media e Jornalistas, etc)

Objetivo específico 4: Monitorização da implementação da Agenda 2030, a nível nacional e Europeu


A nível nacional este projeto permite dar continuidade ao trabalho colaborativo sobre os ODS desenvolvido desde 2015 por um conjunto de Redes e Plataformas, que representam diferentes tipos de organizações e sectores da Sociedade Civil Portuguesa e que teve como principais concretizações:

 

 

i) Consulta publica sobre a construção da Agenda pós 2015, (Abril a Junho de 2014):  Relatório “The World we Want” disponível em: http://www.instituto-camoes.pt/images/agendaPos2015/Rel_Final_ConsultaPublicaImpl_Local_AgPos-2015_PT.pdf;

 

ii) Consulta Publica Consulta Pública à Sociedade Civil Portuguesa sobre a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Maio de 2016 a Abril de 2017): Relatório do processo de consulta disponível em: http://plataformamulheres.org.pt/recomendacoes-da-sociedade-civil-portuguesa-sobre-a-implementacao-dos-ods/

 

Saiba mais em: www.makeeuropesustainableforall.org.


Financiamento

“A europa no Mundo   é um projeto cofinanciado pela União Europeia. Os conteúdos deste documento são da exclusiva responsabilidade dos parceiros e não podem, em caso algum, ser considerados como expressão das posições dos financiadores

 

 

Actualizado em Terça, 03 Abril 2018 13:05
 
CPADA no Facebook PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 08 Dezembro 2017 18:08

CPADA - Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente na rede Facebook

   

  

A CPADA - Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente já tem página na rede social "Facebook" (verificada, autenticada e moderada). A CPADA espera com isso, chegar a mais Organizações, Associações e Movimentos de Cidadania de Defesa do Ambiente, fazendo chegar todas as novidades e actualizações em primeira mão.

  

@CPADAmbiente

Desktop: https://www.facebook.com/CPADAmbiente/

Plataformas móveis: https://m.facebook.com/CPADAmbiente/

  
Actualizado em Sexta, 08 Dezembro 2017 18:54
 
Assembleia Geral Ordinária CPADA 2018 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quarta, 07 Março 2018 16:09

Convocatória Assembleia Geral Ordinária CPADA 2018

Anexos:
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Actualizado em Quarta, 07 Março 2018 16:59
 
Comunicado Poluição do Tejo PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 05 Fevereiro 2018 14:50

COMUNICADO SOBRE POLUIÇÃO DO TEJO

A AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTE FINALMENTE RECONHECE QUE HÁ UM PROBLEMA GRAVE DE POLUIÇÃO NO RIO TEJO

Na página da APA - Agência Portuguesa do Ambiente, autoridade da água no nosso país, surge a seguinte comunicação "Considerando o episódio de poluição no leito do rio Tejo, junto ao açude de Abrantes, ontem tornado público, a Agência Portuguesa do Ambiente reitera que se encontra a acompanhar, de perto, a ocorrência. Foram recolhidas no próprio dia amostras da água e espuma para análise e mantém-se uma monitorização próxima, de 2 em 2 dias, em Perais e Belver. Os resultados da análise, que procurarão identificar os poluentes em causa, serão conhecidos no decorrer da próxima semana."

A Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente, CPADA, entende que este comunicado da APA peca por tardio, pois há largos meses que a degradação da qualidade da água no troço superior do Tejo é mais do que evidente. Ainda assim, espera que este grave incidente ambiental seja devidamente investigado, levado às últimas consequências com apuramento de responsabilidades e punição dos responsáveis, se for possível identificá-los.

O Estado falhou, mais uma vez, na proteção do ambiente. A CPADA sabe que, pelo menos desde meados de 2017, diversas associações da rede ProTejo, algumas delas membros da CPADA, reuniram-se com o Ministro do Ambiente e com a IGAMAOT, que foram feitas queixas junto de instâncias nacionais e da Comissão Europeia e que há muito têm vindo a denunciar os graves abusos de poluição que têm afetado o troço superior do Tejo no território continental.

A CPADA considera que, face às evidências, impõe-se a tomada de medidas muito concretas com a máxima brevidade e que esse processo deverá ser transparente e acompanhado desde o início pelas organizações da sociedade civil representativas: a)alteração do quadro regulamentar para as descargas em meio hídrico; b) revisão de todas as licenças ambientais das empresas que descarregam no Tejo ao longo de todo o seu curso; c) bem como conceção e implementação de um novo plano de monitorização e controlo da qualidade ecológica e química das massas de água do Tejo e dos seus efluentes. A CPADA considera que se deverá proceder não só à eliminação progressiva das fontes de poluição pontual como as fontes de poluição difusa.

A CPADA considera que a água é um bem ambiental global e que as zonas húmidas, rios e mares são parte fundamental do património natural da humanidade e não o seu esgoto ou destino final de resíduos, competindo ao Estado e aos Governos a sua proteção, com o contributo de todos.

A CPADA declara também a sua solidariedade com o importante trabalho das ONGA da Protejo.

 

José Manuel Caetano

Presidente do Conselho Executivo da CPADA

2 de Fevereiro de 2018

 
2017 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 20 Novembro 2017 16:45

Encontro Nacional de Associações de Defesa do Ambiente 2017

Prémio Ambiente e Menções Honrosas

Prémio Carreira


A CPADA, Confederação Portuguesa das Associações de Ambiente, realizou o 27º Encontro Nacional de Associações de Defesa do Ambiente, que contou com a presença do Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, e do Presidente do Conselho Económico e Social, Professor Doutor António Correia de Campos.

 

Depois de um ano de 2017 marcado pela calamidade pública com  incêndios rurais e florestais, perda de vidas e bens e ainda, perdas incalculáveis no património natural do nosso país, a Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente convidou as ONGA e todos os cidadãos interessados a estarem presentes no 27º ENADA, sob o mote "E agora?". A escolha deste título não é inocente, pois está na hora de pedir responsabilidades e respostas práticas sólidas e duradouras àqueles a quem, o cidadão atribuiu  pelo voto democrático, o direito de legislar,  o poder de decidir e o dever de  proteger.

Sendo o ENADA, um encontro multitemático, o tema dos fogos, devido aos gravíssimos acidentes ocorridos e à área ardida, que ultrapassou os  500 mil hectares, adquiriu destaque neste encontro. Este ano, no total, ardeu 4,5% do território continental e 5,2% da Rede Nacional de Áreas Protegidas, revelando assim grande vulnerabilidade e exposição ao risco de incêndio destas últimas, algo que deverá ser também acautelado nas medidas futuras de prevenção e combate aos fogos florestais.

As indústrias da celulose e da pasta de papel têm inegavelmente um papel muito relevante na nossa economia. Com exportações da ordem dos 2000 milhões de euros, sustentando um universo de mais de 60 mil trabalhadores, e na mesma ordem de grandeza em empregos diretos na indústria, serviços, florestas e outras atividades complementares e subsidiárias a essas atividades. Segundo a DGT, dados de 2010, cerca de 40% de Portugal Continental é ocupado por Floresta, o que equivale a quase 3 milhões e 500 mil hectares. A Floresta é a classe com maior expressão territorial e ocupa mais um milhão de hectares do que a Agricultura. Desses dados podemos ver que 848 mil hectares estavam ocupados com 24,4% de eucaliptais e 31,2%, 1 083 mil hectares com pinheiro bravo. Os Matos são a ocupação do solo com a terceira maior expressão territorial, ocupando cerca de um milhão e cem mil hectares, o que corresponde a cerca de 12% de Portugal Continental.

A CPADA há muito que tem pugnado pela reforma da floresta portuguesa e pela alteração das políticas de combate e prevenção de incêndios florestais, com encontros, produção de opinião, posições publicadas, participação em reuniões ao nível das tutelas e dos diversos organismos nacionais e ainda exercendo influência junto dos poderes públicos.

Em matéria de florestas, importa perguntar:

Se o que foi feito com o chamado e recente “pacote florestal” foi verdadeiramente uma reforma da floresta portuguesa, de caráter profundo e duradouro, benéfica para o ambiente para a Vida e para o desenvolvimento sustentável do País?

Se essa “Reforma” foi feita com base numa “Estratégia Nacional para as Florestas” produzida com um alcance alargado e efetivo da  realidade, estruturante na sua  visão para o futuro, partilhada e  amplamente discutida por todas as partes interessadas  não se restringindo apenas a  questões de forma e pormenor?

Se na “municipalização” da gestão florestal, os municípios estão tecnicamente equipados e dotados dos meios humanos, legais e financeiros para conseguirem levar a cabo uma gestão informada  coordenada e eficaz a nível regional, uma vez que muitas das manchas e explorações florestais cobrem frequentemente vários concelhos?

Se a prevenção e o combate aos fogos florestais passarão a ser realizados com conhecimento atualizado, de forma coerente e coordenada, com os meios adequados e suficientes. De modo a dar o salto da economia do fogo para a economia da prevenção, eventualmente menos espetacular mas certamente mais eficaz ,e mais profunda.  Talvez até bastante menos onerosa financeiramente. Mas com toda a certeza com um impacto global  muito mais positivo no que diz respeito às qualidades ambientais que asseguram a sustentabilidade da Vida.

Se os modelos de gestão das áreas protegidas têm assegurado uma melhor proteção desses recursos territoriais e biológicos de alto valor conservacionista, protegidos por legislação nacional e compromissos internacionais?

No seguimento dos acontecimentos deste verão e outono, surge a suposição de que a resposta a todas estas questões é negativa, que não temos aprendido nada na aplicação prática da gestão da floresta e dos espaços rurais, que continuam  a ser geridos, em muitas matérias, de forma reativa, casuística, em torno de lobies e interesses menos claros e ao arrepio do superior interesse publico e da valorização do ambiente em Portugal. Isto, mesmo descontando o facto conhecido de que as grandes reformas demoram  tempo a apresentar resultados. Mas o certo é que o descontrolo e desconcerto entre a prevenção, a fiscalização, o combate e a reparação estão a ser totais.

A estes incidentes, juntam-se os dramas das populações do troço superior do Tejo, em Portugal que também não têm  passado despercebidos à CPADA, com os riscos radiológicos da central nuclear de Almaraz a aumentarem a cada dia que passa, com a redução acentuada de caudais, com a poluição e a mortandade das populações de peixes, com perdas terríveis para a economia das comunidades ribeirinhas. Idem para os níveis elevados de poluição de outros rios ibéricos que a situação de seca severa e extrema que atravessamos em todo o território apenas tem acentuado. A maior seca em 87 anos! Para além de um verão muito quente, em termos históricos e estatísticos.

No mesmo dia em que ocorreu o ENADA 2017,  a CPADA promoveu também a entrega do Prémio Nacional de Ambiente (Fernando Pereira) e do Prémio Carreira.


O Prémio Ambiente foi atribuído à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica. A ASAE, para além das ações de fiscalização ao nível da restauração, tem também fiscalizado a lei do tabaco no âmbito da qualidade do ar interior, e no ano de 2016 instruiu 956 processos de contra ordenação relativos a entidades como a PSP, GNR, Guarda Fiscal e entidades administrativas dos quais 176 tiveram origem em ações de fiscalização da ASAE. Nas operações em alto mar a ASAE preocupa-se com a qualidade de congelamento e de armazenamento do pescado e tem atuado na apreensão de embarcações que exercem a pesca de tubarões para aproveitamento das barbatanas.  Relativamente a dados da ASAE de doações de bens apreendidos efetuados durante o ano de 2016, 20.961€ em produtos alimentares, 247.667€ de produtos não alimentares, 4.4 toneladas, 72 embalagens e 532 unidades de produtos alimentares, 14.034 peças de vestuário e complementos e outros produtos não alimentares, distribuídos por 18 distritos e 47 concelhos, privilegiando 70 tipos de entidades beneficiárias. É necessário relembrar que no passado estes produtos eram destruídos e a intervenção do inspetor geral permitiu fazer as entregas com qualidade a pessoas com carência. É de realçar o espírito de reutilização de produtos assim como a qualidade do ambiente, a qualidade do ar e a defesa da qualidade de vida.

Ainda no âmbito do Prémio Ambiente, foram atribuídas Menções Honrosas a 4 associações: à Plataforma de ONG Portuguesas sobre a Pesca (PONG-PESCA), à MONTIS - Associação de Conservação da Natureza, à Plataforma Algarve Livre de Petróleo (PALP) e ao Grupo Flamingo.

 

O Prémio Carreira foi atribuído a Henrique Schwarz (a título póstumo). Henrique Schwarz da Silva nasceu a 27 de Novembro de 1941, e faleceu em 2017, em Lisboa. O seu interesse principal estava focado na perspetivação ecológica da economia, bem traduzida no título da comunicação que apresentou no volume de homenagem ao Prof. Manuel Gomes Guerreiro: Um dia a economia será a ecologia. Também se dedicou e escreveu sobre a temática do cooperativismo. Foi assessor do Manuel Gomes Guerreiro quando este exerceu o cargo de Secretário de Estado do Ambiente. Professor de Sociologia Rural na Escola Superior de EES da Universidade de Évora e de Economia Ambiental na Universidade Nova de Lisboa e Instituto Superior Técnico, membro do CNADS e administrador da Lisboa E-Nova. Trabalhou no Ministério do Trabalho e Segurança Social. Entre as suas obras destacamos o livro “Perspetivas ecológicas em Economia” de onde se pode transcrever  o seguinte trecho que traduz bem as suas preocupações: “Perante os nossos olhos acumulam--se os indícios de que estamos a aproximarmo-nos rapidamente, se é que já não ultrapassámos, os limites físicos da criação de riqueza, do ponto de vista da economia global do planeta.”.

Actualizado em Segunda, 20 Novembro 2017 17:40
 
Programa ENADA 2017 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 14 Novembro 2017 17:21

Actualizado em Terça, 14 Novembro 2017 17:55
 
Conferência de Homenagem ao Professor Mário Ruivo PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 10 Novembro 2017 10:26

A Universidade do Algarve vai organizar, nos dias 13 e 14 de Novembro, uma conferência de homenagem ao Professor Mário Ruivo. Pretende-se, desta forma, evocar o contributo deste biólogo marinho, doutor honoris causa pela UAlg, para o desenvolvimento das ciências e das tecnologias marinhas, com impactos notáveis a nível nacional e internacional. Adotando um dos lemas do Professor Mário Ruivo, a conferência terá como mote o “Desenvolvimento sustentável dos oceanos: uma utopia útil”.

Mais informações sobre programa e inscrições aceder ao site www.ualg.pt

 

Actualizado em Sexta, 10 Novembro 2017 10:36
 
Convocatoria Assembleia Geral Ordinária 2017 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 09 Novembro 2017 10:49

 
Eventos 2017 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 09 Novembro 2017 09:53

Actualizado em Terça, 14 Novembro 2017 17:34
 
Convocatória Assembleia Geral CPADA 2017 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 16 Março 2017 17:02

Convocatória Assembleia Geral CPADA 2017


Convocatória da Assembleia Geral Ordinária de 2017

 

 

Actualizado em Quinta, 16 Março 2017 17:16
 
Encontro Nacional de ONGA /Associações de Defesa do Ambiente - “As organizações de ambiente no caminho do futuro” PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 11 Novembro 2016 21:44

A Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente vai realizar o ENADA’2016 - Encontro Anual de Associações de Defesa do Ambiente (ONGA’s) no dia 26 de novembro de 2016, no Espaço Monsanto.

Foi escolhido como tema geral do ENADA’2016 “As organizações de ambiente no caminho do futuro”. Estes encontros anuais são oportunidades para debate e reflexão sobre os desafios do desenvolvimento sustentável na atualidade, o papel das ONGA na sociedade e quais as vias para a sociedade e o futuro que queremos.

O ENADA 2016 será composto por 3 painéis de mesa redonda e debate: 1 - Papel da Sociedade Civil para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; 2 – A Importância da Ética Ambiental nos movimentos; 3 – Uma sociedade para além do petróleo – Mesa Redonda e debate. Seguir-se-à uma sessão para a entrega dos prémios Carreira e Prémio Nacional de Ambiente “Fernando Pereira”.

O formato mesa redonda-debate é privilegiado nesta iniciativa, como sinónimo do espírito de participativo e positivo que carateriza o trabalho e contributo das ONGA na sociedade, sendo entendido como o que mais se adequa aos participantes neste encontro.

 

 

Anexos:
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Actualizado em Segunda, 28 Novembro 2016 17:52
 
Convocatória para Assembleia-Geral - 2015 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 01 Abril 2014 00:00

CPADA - Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente


Nos termos dos Estatutos Convoco os associados da Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente (CPADA) para a Assembleia-Geral Ordinária a realizar no dia 6 de Julho de 2015 pelas 18:00 horas na sede, Rua Bernardo Lima, n.º35-2.ºB,Lisboa 1150-075.

 

ORDEM DE TRABALHOS
Ponto 1 - Informações de carácter genérico
Ponto 2 - Aprovação do relatório de actividades e contas relativo ao exercício do ano de 2014
Ponto 3 - Apresentação e aprovação do plano de actividades e orçamento para o exercício de 2015
Ponto 4 - Aprovação e admissão de sócios
Ponto 5 - Outros assuntos de interesse para os associados.

 

Se á hora marcada não estiver presente, ou legalmente representa, a maioria dos associados, a Assembleia realizar-se-á em segunda convocatória, meia hora depois, no mesmo local e com a mesma ordem de trabalhos e qualquer número de associados.

 

Lisboa, 19 de Junho de 2015

Pelo Presidente da Mesa da Assembleia-Geral

A Vice-Presidente

Maria do Céu Sampaio

 

Secretariado: Rua Bernardo Lima, 35, 2ºB – 1150-075 Lisboa
Telefone: 210991202 / Fax: 213561253
E-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Actualizado em Sexta, 03 Julho 2015 16:11
 
Prémio Nacional de Ambiente distingue Carla Castelo e Carlos Pimenta PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quarta, 23 Abril 2014 15:35

Premio

A jornalista da SIC Carla Castelo, recebeu ontem o Prémio Nacional do Ambiente, atribuído pela Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente (CPADA).

“Ao contrário dos activistas do ambiente, o meu trabalho é jornalístico, é de informar. Mas creio que é um trabalho fundamental para sensibilizar as pessoas para esta temática e para a sua ligação à qualidade de vida”, frisou Carla Castelo na Mãe D’Água, Amoreiras, onde se realizou o evento.

Na mesma cerimónia, o ex-governante Carlos Pimenta recebeu do ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e da Energia, Jorge Moreira da Silva, o Prémio Carreira. “Temos uma obrigação moral de cuidar do património que herdámos, que é a nossa terra. Temos uma obrigação para com aqueles que nos vão suceder”, explicou Carlos Pimenta.

Os prémios da CPADA são atribuídos desde 1999 e, este ano, entregaram uma menção honrosa ao projeto Barril e aos fotógrafos Luís Quinta e Ricardo Guerreiro.

O Prémio Nacional de Ambiente tem o nome de Fernando Pereira, um dos mártires da causa ambiental que foi morto a bordo do Rainbow Warrior, o navio do Greenpeace que tentava impedir a realização de testes nucleares no atol de Muroroa, no Pacífico.

Em anos anteriores, o Prémio Nacional de Ambiente foi atribuído à EPAL (Empresa Portuguesa das Águas Livres) Diário de Notícias, Arq. Ribeiro Teles, SEPNA – Serviço Especial de Protecção da Natureza e Ambiente da GNR, o jornalista Pedro Almeida Vieira, o advogado José Sá Fernandes, a magistrada e procuradora Helena Cluny, Cine Eco José Maria Saraiva, Sociedade de Advogados Miranda Correia Amendoeira e Associados, João Lourenço, da Escola Secundária de Barcelos, a José Carlos Marques, da Editores Sempre em pé, e ao Programa de Televisão Biosfera.

O prémio destina-se a galardoar a pessoa, instituição ou empresa que no ano, se destacou na sua actividade como “amiga do ambiente”.

Pode ver o destaque na SIC, aqui:

http://videos.sapo.pt/JoB2JbABkczYZhvGIVT9

Actualizado em Quarta, 23 Abril 2014 15:43
 
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